segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
terça-feira, 10 de setembro de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Transição
demográfica.
O conceito de transição
demográfica foi introduzido por Frank Notestein, em 1929, e é a contestação
factual da lógica malthusiana. Foi elaborada a partir da interpretação das
transformações demográficas sofridas pelos países que participaram da Revolução
Industrial nos séculos 18 e 19, até os dias atuais. A partir da análise destas
mudanças demográficas foi estabelecido um padrão que, segundo alguns
demógrafos, pode ser aplicado aos demais países do mundo, embora em momentos
históricos e contextos econômicos diferentes.
Ela explica que, durante uma longa fase da história, a natalidade e a mortalidade mantiveram-se elevadas e próximas, caracterizando um crescimento lento. Guerras, epidemias e fome dizimavam comunidades inteiras. A partir da Revolução Industrial teve início a primeira fase, das três que caracterizam o modelo de transição demográfica.
Ela explica que, durante uma longa fase da história, a natalidade e a mortalidade mantiveram-se elevadas e próximas, caracterizando um crescimento lento. Guerras, epidemias e fome dizimavam comunidades inteiras. A partir da Revolução Industrial teve início a primeira fase, das três que caracterizam o modelo de transição demográfica.
1ª. fase - transição da mortalidade
A Revolução Industrial, o processo de
urbanização e de modernização da sociedade foram responsáveis, num primeiro
momento, por um crescimento populacional acelerado nos países europeus e
posteriormente nos Estados Unidos, Japão, Austrália e outros.
Apesar das péssimas condições de moradia e saúde
das cidades industriais, até pelo menos o final do século 19, a elevação da
produtividade e da oferta de bens de subsistência propiciaram progressiva
melhora no padrão de vida da população. Conquistas sanitárias e médicas,
associadas a esta fase de desenvolvimento científico e tecnológico, tiveram
impactos diretos na saúde pública e, consequentemente, na queda das taxas de
mortalidade. Portanto, a primeira fase de transição demográfica é marcada pelo
rápido crescimento da população, favorecido pela queda da mortalidade já que as
taxas de natalidade, ainda, permaneceram algum tempo elevadas.
2ª. fase - transição da fecundidade
A segunda fase caracteriza-se pela diminuição
das taxas de fecundidade (ou seja, o número médio de filhos por mulher em idade
de procriar, entre 15 a 49 anos), provocando queda da taxa de natalidade mais
acentuada que a de mortalidade e desacelerando o ritmo de crescimento da
população.
Aos poucos foram sendo rompidos os padrões
culturais e históricos que se caracterizavam pela formação de famílias
numerosas. Mas estas transformações culturais foram mais lentas. Levou um certo
tempo para que os hábitos e costumes comunitários da sociedade anterior,
baseados na organização de um outro padrão familiar, fossem rompidos. A
mortalidade infantil elevada induzia as famílias a terem muitos filhos,
contando com o fato de que nem todos eles sobreviveriam. Os efeitos sociais das
conquistas sanitárias na qualidade de vida permitiram que a mortalidade
infantil também diminuísse e as famílias pudessem planejar o que consideravam o
número ideal de filhos, numa sociedade que se modernizava.
3ª. fase - a estabilização demográfica
Na terceira fase da transição demográfica as
taxas de crescimento ficam próximas de 0%. Ela é o resultado da tendência
iniciada na segunda fase: o declínio da fecundidade e a ampliação da
expectativa média de vida que acentuou o envelhecimento da população. As taxas
de natalidade e de mortalidade se aproximaram a tal ponto que uma praticamente
anula o efeito da outra. Esta é a situação encontrada há pouco mais de uma
década em diversos países europeus e é denominada de fase de estabilização
demográfica.
terça-feira, 10 de abril de 2012
APRENDA MAIS SOBRE NOSSO HINO NACIONAL.
Como surgiu no Hino atual?
É importante ressaltar que a canção que representa uma nação, como o Hino Nacional do Brasil, exalta fatos acontecidos, simboliza todas as lutas por ela passadas, carrega a identidade de um povo e a grande responsabilidade de ser o porta-voz da Nação brasileira.
Vocabulário do Hino Nacional
A História do Hino Nacional do Brasil é recheada de fatos interessantes, mas infelizmente pouco divulgados. Tradicionalmente, o que sabemos sobre o Hino é referente aos autores da letra e da música.
A letra foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada e a música, elaborada por Francisco Manuel da Silva. O Hino Nacional Brasileiro foi criado em 1831 e teve diversas denominações antes do título, hoje, oficial. Ele foi chamado de Hino 7 de abril (em razão da abdicação de D. Pedro I), Marcha Triunfal e, por fim, Hino Nacional.
Com o advento da Proclamação da República e por decisão de Deodoro da Fonseca, que governava de forma provisória o Brasil, foi promovido um Grande Concurso para a composição de outra versão do Hino. Participaram do concurso, 36 candidatos; entre eles Leopoldo Miguez, Alberto Nepomuceno e Francisco Braga.
O vencedor foi Leopoldo Miguez, mas o povo não aceitou o novo hino, já que o de Joaquim Osório e Francisco Manuel da Silva havia se tornado extremamente popular desde 1831. Através da comoção popular, Deodoro da Fonseca disse: “Prefiro o hino já existente!”. Deodoro, muito estrategista e para não contrariar o vencedor do concurso, Leopoldo Miguez, considerou a nova composição e a denominou como Hino da Proclamação da República.
Decreto 171, de 20/01/1890:
"Conserva o Hino Nacional e adota o da Proclamação da República."
O Governo Provisório da República dos Estados Unidos do Brasil constituído pelo Exército e Armada, em nome da Nação, decreta:
Art. 1º - É conservada como Hino Nacional a composição musical do maestro Francisco Manuel da Silva.
Art. 2º - É adotada sob o título de Hino da Proclamação da República a composição do maestro Leopoldo Miguez, baseada na poesia do cidadão José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros Albuquerque.
Qual a importância do nosso hino para os brasileiro.
É importante ressaltar que a canção que representa uma nação, como o Hino Nacional do Brasil, exalta fatos acontecidos, simboliza todas as lutas por ela passadas, carrega a identidade de um povo e a grande responsabilidade de ser o porta-voz da Nação brasileira.
Vocabulário do Hino Nacional
§ Margens plácidas - "Plácida" significa serena, calma.
§ Ipiranga - É o riacho junto ao qual D. Pedro I teria proclamado a independência.
§ Brado retumbante - Grito forte que provoca eco.
§ Penhor - Usado de maneira metafórica (figurada). "penhor desta igualdade" é a garantia, a segurança de que haverá liberdade.
§ Imagem do Cruzeiro resplandece - O "Cruzeiro" é a constelação do Cruzeiro do sul que resplandece (brilha) no céu.
§ Impávido colosso - "Colosso" é o nome de uma estátua de enormes dimensões. Estar "impávido" é estar tranqüilo, calmo.
§ Mãe gentil - A "mãe gentil" é a pátria . Um país que ama e defende seus "filhos" (os brasileiros) como qualquer mãe.
§ Fulguras - do verbo fulgurar (reluzir, brilhar).
§ Florão - "Florão" é um ornato em forma de flor usado nas abóbadas de construções grandiosas. O Brasil seria o ponto mais importante e vistoso da América.
§ Garrida - Enfeitada. Que chama a atenção pela beleza.
§ Lábaro - Sinônimo de bandeira. "Lábaro" era um antigo estandarte usado pelos romanos.
§ Clava forte - Clava é um grande porrete, usado no combate corpo-a-corpo. No verso, significa mobilizar um exército, entrar em guerra.
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